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Queijo sade para a terceira idade

 

Não há dúvidas de que a terceira idade exige cuidados específicos em torno da alimentação. É que nessa fase da vida, certas carências nutricionais devem ser supridas a partir de uma dieta prescrita pelo especialista na área.

E nessa lista do que pode ou não ser consumido sem medo, o queijo é aquele mocinho com baixo teor de gordura, que contribui para o aporte adequado de cálcio, potássio, magnésio e minerais.

Segundo estudo conduzido pela consultoria britânica Mintel, pelo menos 76% dos consumidores com mais de 55 anos tendem a comprar alimentos com efeitos nutricionais adicionais.

Além disso, a pesquisa revela que o desenvolvimento de novos produtos focados nas necessidades deste público vem se tornando cada vez mais relevante, uma vez que a população mundial está envelhecendo. Estima-se que o número de pessoas com 60 anos chegará a 1,2 bilhão em 2025.

Para esse consumidor, queijos frescos, maturados e amarelos são opções práticas dentro de uma rotina com cardápio equilibrado. Afinal, nenhum exagero é benéfico ao corpo. Aliás, estudos mostram que existe uma relação inversa entre o consumo de lácteos e a prevalência da hipertensão.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é ingerir, no mínimo, um litro de leite diariamente, o que corresponde a 1000mg de cálcio. Essa relação em queijo significa ingerir, pelo menos, 100g daqueles tipos mais bem avaliados para o organismo de uma pessoa.

Benefícios reais

“O idoso deve preconizar queijos mais leves e menos gordurosos, como ricota, coalho, cottage, muçarela, minas frescal, minas padrão. Esses tipos contêm uma quantidade significativa de cálcio - mineral responsável, dentre outro benefícios, pelo fortalecimento e estruturação óssea, que nessa faixa etária é bastante reduzida”, explica a nutricionista Juliana Neves. Ainda segundo a especialista, caso esse idoso não tenha um aporte de mineral, ele pode apresentar doenças como osteoporose ou osteopenia ao logo da idade.

Já de acordo com o grupo RG Nutri, esse aporte também contribui para a defesa do organismo no que diz respeito à luta contra microrganismos, promovendo o crescimento das bactérias probióticas e o aumento da atividade dos linfócitos T. Estes, por sua vez, são glóbulos brancos responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos.

Fonte: Folha de Pernambuco

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