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Musicoterapia: como as melodias estimulam a memória

 

O espaço BuscaVida, na Encruzilhada, Zona Norte do Recife, realiza grupos terapêuticos com música para idosos. A atividade promove a socialização, mantêm habilidades de comunicação, memória e linguagem, segundo a fonoaudióloga e gerontóloga Ana Karina Gurgel. O trabalho de musicoterapia é feito em parceria com a musicoterapeuta Ziuna Cirne.

“Através da musicoterapia, também trabalhamos respiração e cognição. Os exercícios vocais, realizados nesses encontros, também ajudam a prevenir problemas de deglutição nos idosos”, destaca Ana Karina. “Precisamos da prega vocal (tecido musculoso da laringe) para usar a voz e fazer a deglutição. Então, a musicoterapia proporciona a manutenção dessa estrutura rígida e firme. É preciso que a prega vocal funcione bem para diminuir a chance de desencadear dificuldade na deglutição.”

Nos idosos, a disfagia (definida como qualquer dificuldade na condução do alimento da boca até o estômago em todas as suas fases) é mais comum do que em outras faixas etárias e tem o engasgo como um sinais evidentes.

Memória

A cada encontro de musicoterapia, são usados o teclado e instrumentos de percussão. “Neste mês de junho, trabalhamos com as músicas juninas, os ritmos do São João, a história por trás da festa e as comidas típicas. As músicas trazem recordações e, dessa maneira, também trabalham a memória”, frisa a fonoaudióloga. Ela acrescenta que, embora seja feito um trabalho de forma lúdica com os idosos, não se trata de um momento apenas recreativo. “Fazemos um reabilitação de forma prazerosa.” Atualmente sete idosos participam dos grupos terapêuticos, que são voltados para idosos que buscam um envelhecimento ativo. 

Fonte: Casa Saudável

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